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| Artigo Científico

Resultados mostram recuperação de LcS vivos

Escrito por: Toshihiko Takada, Hiroshi Makino, Miyuki Katto, Kenji Oishi, Tetsuji Hori e Takashi Kurakawa Yakult Central Institute, Kunitachi, Tóquio, Japão

O número de LcS vivos e os totais coletados das amostras fecais antes (Dia 0) e após (Dia 4) a ingestão da bebida teste foram quantificadas utilizando método de cultura e uma técnica de fluorescência de anticorpos direta, respectivamente. No dia 0, o LcS vivo foi detectado somente na amostra do participante F, embora o número estivesse próximo ao limite de detecção (102,9 UFC/g de fezes). No dia 4, o LcS foi detectado nas amostras de todos os participantes. Os valores de (±SD) de LcS vivos totais foram de 108,1 ±0,7 UFC/g de fezes de 109,3 ±0.2 células/g de fezes, respectivamente. Depois, o LcS foi isolado por IMS de 0,01g, 0,03g, e 0,10g de fezes coletadas no dia 4, e o LcS recuperado foi quantificado. O número médio de LcS antes e depois do tratamento por IMS variou de 106,3 ±0,4 a 107,3 ±0,6 e 106,3 ±0,6 a 107,1 ±0,5 UFC/g, de fezes, respectivamente. Os valores apresentaram alta correlação ou eram altamente correlatos (R2 =0,9987). A taxa de recuperação de LcS utilizando a IMS variou de 72,1% ±37,8 %–99,5% ±39,9 %.  

Para analisar a eficiência da IMS para o isolamento de LcS, as fezes coletadas no dia 4 foram submetidas a IMS e a composição de bactérias foi comparada com as amostras antes da IMS. Antes da IMS, as famílias dominantes eram Bacteroidaceae (30,0% – 40,9%) e Lachnospiraceae (21,6% – 30,6%) nos participantes A, B, C e D. No participante E, Prevotellaceae (41,9%) foi a família mais dominante, seguida de Lachnospiraceae (21,6%). No participante F, Lachnospiraceae (27,6%), Prevotellaceae (23,7%), Bacteroidaceae (14,3%) e Ruminococcaceae (12,2%) eram dominantes. A maioria das famílias dominantes era de Lactobacillaceae (67,3%–97,1%) nos participantes A, B, C, D e E, e de Lachnospiraceae (41,1%), seguido de Lactobacillaceae (31,2%) no participante F. Isso significa que a ocupação por Lactobacillaceae antes e depois da IMS era de 0,9 ± 0,4% e 76,3 ± 24,7%, respectivamente.  

A análise ao nível de espécies revelou que 99,97% das características atribuídas ao Lactobacillaceae tinha alto níveis de identificação com L. paracasei. A análise de diversidade Alfa mostrou que o número de características observadas após IMS foi significativamente menor do que antes do tratamento por IMS. Também foi desenvolvida uma abordagem da IMS para a separação representativa da cepa probiótica LcS. O LcS pode ser isolado de fezes humanas em níveis aceitáveis de eficiência e especificidade. Acredita-se que este método seja útil para isolamento de outras cepas probióticas. Esta abordagem única tem um potencial de trazer uma nova perspectiva para a área, podendo gerar oportunidades promissoras. O estudo ‘Immunomagnetic separation for isolation and enrichment of Lacticaseibacillus paracasei strain Shirota from human feces’ foi publicado em 2023 no periódico Microbes – doi: 10.1016/j.microb.2023.100007. • 

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