Customize Consent Preferences

We use cookies to help you navigate efficiently and perform certain functions. You will find detailed information about all cookies under each consent category below.

The cookies that are categorized as "Necessary" are stored on your browser as they are essential for enabling the basic functionalities of the site. ... 

Always Active

Necessary cookies are required to enable the basic features of this site, such as providing secure log-in or adjusting your consent preferences. These cookies do not store any personally identifiable data.

Functional cookies help perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collecting feedback, and other third-party features.

Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics such as the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.

Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.

Advertisement cookies are used to provide visitors with customized advertisements based on the pages you visited previously and to analyze the effectiveness of the ad campaigns.

Logo Yakult 90 anos - Site
enptes
Atividade física pode reduzir lombalgia

• Espaço Aberto

Atividade física reduz risco de dor lombar

Escrito por: Fernanda Ortiz

As lombalgias respondem pela segunda maior causa de dor no mundo, atingindo 80% da população segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS). Apesar de ter como fatores desencadeantes tumores, cistos, lesões nos nervos, nas vértebras e nos discos, os elementos mecânico-posturais são os principais gatilhos para intensificar os quadros de dor. Má postura, sedentarismo, fraqueza nos músculos da região e uso errado do corpo estão entre as causas mais recorrentes. A boa notícia é que esses quadros podem ser prevenidos ou reduzidos com a prática regular de atividade física.

O protocolo de tratamento para dor lombar pode incluir diversas abordagens de acordo com o quadro clínico. Calor, eletroestimulação e infiltrações são algumas das opções. Entretanto, a prática regular de atividade física é a que comprovadamente oferece resultados mais efetivos e satisfatórios. “Evidentemente, o tratamento com aparelhos tem ação complementar e ajuda a aliviar a dor do paciente. Entretanto, para promover o realinhamento postural e o alívio da sobrecarga na região lombar o exercício tem papel fundamental”, avalia o médico ortopedista Antônio Krieger, do Hospital Marcelino Champagnat, no Paraná.

Dessa forma, estilo de vida, tabagismo e obesidade têm sido associados a um maior risco de desenvolver dores lombares, e até mesmo de quadros clínicos de hérnia de disco e ciatalgia. O médico lembra que as atividades da vida moderna desempenham um papel crucial nesse cenário. “Os longos períodos que passamos sentados, seja no trabalho, nos estudos e em meio ao trânsito contribuem para o sedentarismo e para a sobrecarga da coluna lombar”, enfatiza.

Além disso, posturas viciosas e falta de ergonomia agravam problemas na coluna. “A dor, seja no pescoço, costas ou lombar, é sempre o primeiro indicativo de que algo está em desarranjo. Desvio postural, contraturas musculares e sensação de cansaço crônico também são sinais de que a coluna não está bem”, orienta o especialista. A falta de ergonomia e a má postura podem sobrecarregar os discos (amortecedores) e as facetas (articulações), levando a um desgaste precoce da coluna. Portanto, criar uma cultura de exercícios físicos regulares e investir em mobiliário que garanta boa ergonomia é essencial para prevenir problemas.

Negligência leva à dor crônica

A dor crônica é uma condição médica caracterizada pela persistência de dor por longos períodos, geralmente acima de três meses, mesmo após o tratamento adequado. “A dor crônica da coluna pode ter um impacto significativo na qualidade de vida do paciente e afetar as atividades diárias, como trabalhar, dormir e se exercitar”, alerta o ortopedista Antônio Krieger. Além disso, pode aumentar os riscos de desenvolver distúrbios do sono, ansiedade e depressão, entre outras condições que intensifiquem o quadro de dor.

“Apesar de, muitas vezes, sermos conduzidos a suportar e conviver com a dor, essa não é uma situação normal e, portanto, precisa ser conduzida com cautela”, argumenta o especialista.  Ao primeiro sinal de incômodo e dores recorrentes na região da coluna – mesmo que suportáveis –, recomenda-se buscar ajuda especializada o quanto antes. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado aumentam as chances de cura e reduzem o risco de o paciente desenvolver dores crônicas.

DIREITOS RESERVADOS ®
Proibida a reprodução total ou parcial sem prévia autorização da Companhia de Imprensa e da Yakult.

Matérias da Edição

• Mais sobre Espaço Aberto